Entrar em portal de tribunal, um por um, é o tipo de tarefa que consome a manhã e ainda deixa dúvida: será que olhei todas as caixas? A Central dos tribunais resolve isso. O escritório cadastra as credenciais uma única vez e a Aurora passa a ler as caixas de intimações e o acervo de cada sistema, no ritmo certo, sem intervenção.
O que mudou na prática
- Todos os tribunais do país numa tela só, agrupados por ramo da Justiça e priorizados pelo que o escritório realmente usa. Cada sistema pode ser ligado ou desligado.
- Vários sistemas por entrada. Um acesso lê de uma vez todos os sistemas que ele alcança, e o resultado de cada um é gravado separadamente.
- Autenticador dentro da Aurora. O código de verificação de dois fatores é gerado pelo próprio sistema, a partir do QR do tribunal, e a advogada também enxerga os códigos das contas dela num único lugar.
- Cadastro guiado. Um assistente de três passos lê o QR no navegador, e há cadastro por usuário e senha para os sistemas que não usam certificado.
- Só leitura, por segurança. O robô nunca dá ciência de nada sozinho. Ele apenas lê as listas; quem decide é a equipe.
Conferência que não deixa passar prazo
A Aurora compara o que leu no tribunal com o que saiu no Diário de Justiça Eletrônico. Quando o prazo do tribunal está à frente do que a Aurora tem registrado, o painel destaca em vermelho, com a diferença em dias, no Radar, no Meu Painel e no Hoje. A cobertura também é honesta: a tela mostra quantos processos foram lidos e quais acessos ainda faltam.
Quando algo para, a equipe sabe
Se um acesso deixa de funcionar (senha vencida, certificado expirado, mudança no portal), a Aurora abre um incidente e avisa a equipe por notificação. Ao desligar um acesso, os segredos guardados são apagados.
O resultado é um escritório que enxerga as intimações no mesmo dia em que elas existem, com a certeza de que a leitura está viva.